| Nilto Maciel |
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| Qui, 15 de Julho de 2010 02:04 | |
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Nilto Maciel Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Nasceu em Baturité, Ceará, em 30 de janeiro de 1945. Ingressou na faculdade de Direito da Universidade federal do ceará em 1970. Criou, em 1976, com outros escritores, a revista O Saco. Mudou-se para Brasília em 1977, tendo trabalhado na Câmara dos Deputados, Supremo Tribunal Federal e Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Voltou para Fortaleza em 2002. Ganhou vários concursos literários estaduais e nacionais com destaque para o Concurso Brasília de Literatura, o Prêmio Graciliano Ramos e o Prêmio Literário Cidade de Fortaleza. Tem contos e poemas publicados em esperanto, italiano, espanhol e francês. Seu romance O cabra que virou bode foi transformado em vídeo, em 1993, pelo cineasta Clébio Ribeiro. Pródigo a não poder mais, os contos esvoaçam na mesa de Nilto Maciel, em idéias que pulsam em sua cabeça e escorrem pelas pontas dos dedos. É um dos grandes contistas do Ceará. Em um de seus últimos trabalhos ( A leste da morte) imprimiu a marca indelével de sue talento, o conto O perdão no qual dá continuação a um dos textos mais brilhantes de Moreira Campos, Os anões. Nenhum escritor sem talento seria capaz de executar com tanta presteza tal empreitada. O homem é bom! Contos: Itinerário; Tempos de mula preta; A guerra da donzela; As insolentes patas do cão; Pescoço de girafa na poeira; Babel; A leste da morte. Poemas: Navegador; Romance: Estaca Zero; Os guerreiros de Monte-mor; O cabra que virou bode; Os varões de Palma; A Rosa Gótica; A última noite de Helena; Os luzeiros do mundo. Crítica: Panorama do conto cearense.
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| Última atualização em Qui, 23 de Setembro de 2010 00:02 |
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