Ariadne Coelho PDF Imprimir E-mail
Qui, 15 de Julho de 2010 01:27 | Escrito por Vicente Jr

Pesquisadora

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Nasceu em 30 de Dezembro de 1983, e a música que mais marcou sua infância foi Aquarela, que ouvia desde a barriga da mãe, até moça. Filha caçula, recebeu muito carinho, como todos os outros irmãos. Foi crescendo, sempre gostando de brincadeiras que tivessem alguma historinha no meio, adorava criar personagens para suas bonecas, que ficaram tão fortes, que são lembradas até hoje. Desde pequena tomou gosto pela leitura, entre os livros inesquecíveis da infância, destacam-se O menino do dedo verde, A casa sonolenta e o Rei Bigodeira e sua banheira. Já menina, lia todos os livros do Pedro Bandeira que tivesse na prateleira. Também escrevia cartas, historinhas, e manteve diários por muito tempo. Já moça, um livro de capa preta, com um desenho estranho lhe chamou atenção, e depois de ter lido As histórias extraordinárias do Poe, seus conceitos de imaginação mudaram. E Dupin virou um personagem importante e inesquecível, a ponto de fazer a moça reler e reler os crimes da rua Morgue. Entre os preferidos, também aparecem Moreira e Natércia Campos. Entre músicas, livros, e muita imaginação, Ariadne cresceu e não havia outro curso melhor do que Letras que pudesse contemplar tudo que a moça queria. Fazendo aquilo que gosta: ler, escrever e aprender ensinando. Na universidade encontrou as “letras clássicas” e tomou gosto pelo grego e pelo latim. Encontrou o GRELF, e passou a fazer parte do grupo, contribuindo com contos e palavras e sorrisos. Falante, ativa, sorridente, às vezes engraçada, às vezes não, esta é Ariadne.